29 dezembro, 2015

Tenho algo a dizer...

Quero dizer que nestes últimos tempos tenho muito a agradecer.

Agradecer imensamente a Deus pelas oportunidades, pela coragem, força, fé. 
Agradecer pela minha vida em si e pelas vidas que cruzam meu caminho. (Tanto às de boa, quanto às de má fé, pois estas me ensinam a ser cada vez mais forte).

Posso afirmar que tenho o privilégio em entrar em contato com tantas vidas, acompanhando e me dedicando a cada uma delas, em seus momentos de dificuldade, bem como nos momentos de vitória, conquistas e alegria. A cada dia, percebo o quão gratificante é esta profissão. 

Saliento que nós psicólogos, passamos por dias difíceis também, mas mesmo assim tentamos buscar forças. (Forças que às vezes nem sei de onde vem!). Tentamos sempre nos manter firmes para dar ao outro o melhor de nós.
E também fazemos terapia, sabia? (rs rs...)

Somos seres humanos como qualquer outro, porém como dizem por aí: “Quando estamos ali, atendendo um ser humano, guardamos nossos problemas no bolso e nos voltamos totalmente ao outro, tentando ser/dar o melhor que pudermos.”
É nisso que me apoio, é nisso que acredito!

Sou grata a esta profissão, mesmo não podendo exteriorizar sentimentos e emoções em certos casos, porém a verdade é que  torço, vibro e acredito nos meus pacientes e no NOSSO trabalho. 

Nosso trabalho, pois estabelecemos um vínculo terapêutico em que um depende do outro para um bom resultado e evolução do processo.

Além disso, posso dizer que estou sempre aprendendo com o outro, pois acima de tudo, somos seres humanos, como já havia dito anteriormente.

Bem, os motivos pelos quais somos procurados são inúmeros e mais gratificante é saber, sentir, perceber, que o nosso trabalho está dando certo.

O que o paciente mais anseia é ser notado, visto, ouvido de verdade, sem julgamentos, sem que “apontem o dedo” para ele, sem barreiras e condenações. 

Ele quer ser compreendido, tentar organizar o que está bagunçado, buscar alternativas e caminhos que muitas vezes estão fora de cogitação naquele momento difícil e aprender a usar as ferramentas necessárias para lidar com suas angústias. questões e incômodos do cotidiano, de maneira que a vida se torne mais leve. (Ah! Leveza...)


E por essas e outras que o sentimento que fica é a gratidão!
Eterna gratidão por cada paciente que passou, passa e passará pela minha vida!
Torço por cada um deles e desejo paz na alma e leveza no coração!

Imagem da Internet


GRATIDÃO!


Por: Psicóloga Jacqueline Sanchez - Essência Humana em Foco

03 junho, 2015

Você dá chance ao NOVO?

Imagem retirada da internet com alterações

- Como assim? – perguntou-me.
- Sim, chance ao NOVO, às possibilidades diferentes, pensamentos diferentes, visões diferentes... – respondi.

É bem comum, quando uma pessoa se encontra em uma zona de conforto, ter medo/receio daquilo que é novo. Isso acontece com freqüência.

Porém, te pergunto o seguinte: Qual importância você tem dado a sua zona de conforto?

Para que fique bem claro, a zona de conforto nada mais é que uma forma de proteção, de defesa. Em outras palavras, pode ser aquela situação em que você se vê acomodado, acostumado, sem perspectivas de mudança ou melhoria, e por mais insatisfeito que esteja, continua acreditando naquilo, pois o caminho é mais fácil, com menos riscos de não dar certo. 

Certo! Porém, o que se perde enquanto se está dentro dessa zona de conforto?

Pode até ser contraditório, pois pensando pelo lado daquele que vive na zona de conforto, o novo pode representar a suposta perda de algo que se tem (ou que se idealiza). Com receio de perder o que se tem a pessoa opta por não dar chance ao novo, perdendo então o que poderia estar por vir, o que poderia ser uma mudança.

Claro que as possibilidades de dar certo ou errado existem. O lado bom e o lado ruim estão em todos os aspectos da vida. Mas por que decidir/escolher ficar estagnado ao invés de tentar?

O medo paralisa o ser humano!

É considerável que o ser humano tenha cautela, seja racional em certos momentos, contudo ter medo faz com que você se feche numa espécie de jaula. E você pode escolher isso!

Que tal escolher diferente? Que tal jogar aquilo que não tem mais serventia no lixo e abrir espaço/caminho para o novo?

Busque forças! Busque o novo! 
Caso esteja muito difícil praticar o desapego, busque ajuda, faça terapia, mas não deixe de viver de verdade (não escolha apenas sobreviver)!


Por: Psicóloga Jacqueline Sanchez - Essência Humana em Foco



01 abril, 2015

Você vive ou apenas sobrevive?

Imagem da Internet

Essa pergunta já pegou muita gente de surpresa. 
Será que você tem apenas sobrevivido?

Há uma boa diferença entre viver e sobreviver: Sobreviver é basicamente manter-se vivo, já viver é desfrutar da vida.

Quantos apenas sobrevivem neste mundo? Quantos já perderam a vontade de viver?
É triste, é preocupante, porém é real!

Muitas pessoas já não tem mais tempo para viver.
Outras nem percebem que estão perdendo o tempo.

Mas nunca é tarde para se dar conta disso.
Buscar forças, ânimo de vida, coragem... 
Só depende de você!
Está difícil sozinha(a)? Busque ajuda!
Ajuda de um profissional, faça terapia e não tenha receio ou vergonha.

Aproveite o hoje, o agora (pois é isso que você tem).
Bora sair dessa zona de conforto e começar a viver realmente.

Quando você descobrir isso, o mundo parecerá mais leve!
Te desejo Paz na Alma!

Por: Psicóloga Jacqueline Sanchez - Essência Humana em Foco

22 março, 2015

Escuta...

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Silêncio

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Por vezes a angústia, o desânimo e a falta de fé te fazem sentir um esgotamento interno e externo, um sufocamento no peito, um nó na garganta, algo que você nem sabe explicar ao certo. 
E o que você faz? Cala-se! 
Talvez por não conseguir lidar com tantos pensamentos, emoções e sensações, talvez por extrema ansiedade, talvez pela estafa advinda das frustrações e grandes expectativas depositadas em algo, ou no "outro" e que acabaram não saindo do jeito que você imaginava. 
E o que você faz? Cala-se! 
Guarda mais um pouquinho de tudo, aí dentro; aperta mais para caber. 
E então te pergunto, até quando? ‪
#‎façaterapia‬‪#‎apalavracura‬ ‪#‎soltesuasangustias‬ ‪#‎busqueforça‬ ‪#‎fé‬ 

Por Psicóloga Jacqueline Sanchez - Essência Humana em Foco

17 março, 2015